sábado, 24 de janeiro de 2026
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Justiça mantém prisão preventiva de acusados pela morte de venezuelana em Presidente Figueiredo

Amazonas O caso que chocou Presidente Figueiredo, o latrocínio da venezuelana Julieta Hernandez, teve mais um passo importante nesta terça-feira (13/05), com a conclusão da audiência de instrução.

A Justiça, através da Vara Única da Comarca de Presidente Figueiredo, ouviu a última testemunha e interrogou os réus. Na sessão, conduzida pela juíza titular Tamiris Gualberto Figueiredo, foram ouvidos os acusados Thiago Agles da Silva e Deliomara dos Anjos Santos, que seguem presos preventivamente.

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) foi representado pelo promotor de Justiça Gabriel Salvino Chagas do Nascimento, que contou com a atuação dos advogados Rodolfo dos Santos Xavier e Ana Alessandrine Silva dos Santos como assistentes de acusação. Também participou a irmã da vítima, Sofia Cecília Hernandez Martinez. A defesa dos réus foi conduzida pelo defensor público Oswaldo Machado Neto.

A audiência foi realizada de forma híbrida: no Fórum de Justiça do município estiveram presentes a magistrada, o promotor e a advogada Ana Alessandrine. Já os réus, a testemunha, o advogado Rodolfo Xavier, a irmã da vítima e o defensor público participaram por videoconferência.

Após os interrogatórios, a juíza indagou às partes se haveria necessidade de novas diligências antes das alegações finais. Ministério Público, acusação e defesa informaram que não havia requerimentos adicionais. Em razão da complexidade do caso, foi autorizado que as alegações finais fossem apresentadas por escrito, em forma de memoriais.

A magistrada determinou o envio dos autos, de forma sucessiva, ao Ministério Público, à Assistência de Acusação e à Defensoria Pública. Após a apresentação e juntada dos memoriais, o processo será encaminhado para sentença.

Os réus respondem por latrocínio (roubo seguido de morte), estupro e ocultação de cadáver.