
Na madrugada deste sábado (17), morreu o jornalista Erlan Bastos, que lutava contra um câncer. A morte provocou forte comoção no meio da comunicação e foi recebida com surpresa e perplexidade por colegas de profissão, amigos e seguidores, diante de uma perda considerada precoce.
Erlan estava internado havia cerca de 15 dias. Ele deu entrada inicialmente no Amapá com um quadro grave de saúde. O primeiro diagnóstico apontado foi de tuberculose, que teria evoluído e atingido o estômago. Com a rápida piora do estado clínico, foi levado à UTI, onde precisou ser intubado e apresentou complicações respiratórias, como acúmulo de líquido nos pulmões.
Durante a internação, os médicos passaram a investigar e confirmar a suspeita de câncer, enquanto o jornalista seguia em estado crítico. Erlan realizaria uma colonoscopia, exame considerado decisivo para avaliação do quadro, mas não houve tempo. Na quarta-feira, ele foi transferido para Teresina, já em condições delicadas.
Ao longo de todo o período de internação, Erlan permaneceu em isolamento total, sem receber visitas. Familiares, amigos e colegas acompanharam a situação à distância, sem contato direto e sem a possibilidade de despedida.
Natural de Manaus, Erlan Bastos escolheu o Piauí como base de vida e carreira. No estado, construiu uma trajetória de destaque no jornalismo, tornando-se uma das vozes mais conhecidas do meio, com atuação marcante no entretenimento, nos bastidores e no debate público. Com forte presença nas redes sociais e passagens por importantes grupos de comunicação, ampliou o alcance de pautas regionais e foi reconhecido com o título de cidadão piauiense.
A confirmação da morte gerou imediata comoção. As homenagens que tomaram as redes sociais destacam não apenas sua carreira, mas o impacto de uma ausência repentina, marcada por choque, silêncio e incredulidade.






