
O cantor Oruam, um dos nomes mais populares do funk e do trap nacional, voltou a ganhar destaque fora do meio musical por causa de desdobramentos judiciais. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou o habeas corpus que mantinha o artista em liberdade, reativando o processo que envolve acusações contra ele.
A decisão foi tomada pelo ministro Joel Ilan Paciornik e comunicada ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). Com isso, a juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal, determinou a retomada da prisão preventiva. Desde então, Oruam é considerado foragido.
Tornozeleira eletrônica
O artista havia deixado a prisão no ano passado após o STJ entender que a preventiva se baseava em fundamentos genéricos. Em substituição, foram impostas medidas cautelares, entre elas o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica.
No entanto, o monitoramento registrou uma série de falhas. Conforme os autos, o equipamento ficou sem sinal em diversas ocasiões, inclusive por longos períodos e em horários considerados sensíveis para a fiscalização.
Para o relator, o padrão de descumprimento comprometeu o controle judicial e reforçou a necessidade de uma resposta mais rigorosa por parte do Estado.






