
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (28/2) que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, está morto. A declaração foi publicada na rede Truth Social, poucas horas após bombardeios realizados em conjunto com Israel.
Na mensagem, Trump classificou Khamenei como uma figura negativa na história recente e disse que a morte representaria justiça para vítimas atribuídas ao regime iraniano. Ele também indicou que o episódio pode abrir espaço para mudanças internas no país.
Segundo o presidente norte-americano, haveria sinais de insatisfação dentro da Guarda Revolucionária Islâmica e de outras forças de segurança. Ele afirmou esperar que esses grupos se unam a “patriotas iranianos” para promover uma reconfiguração política.
Apesar do discurso sobre possíveis transformações internas, Trump declarou que as operações militares continuarão. De acordo com ele, os ataques considerados “pesados e precisos” devem prosseguir pelo tempo que os Estados Unidos julgarem necessário.
A ofensiva conjunta ocorreu após semanas de tensão com Teerã, envolvendo acusações sobre o programa nuclear iraniano. O Ministério da Defesa israelense informou que a ação, chamada de “Operação Fúria Épica”, teve como objetivo eliminar ameaças à segurança.
A mídia estatal iraniana divulgou que os bombardeios deixaram 201 mortos e 747 feridos. Entre as vítimas confirmadas estariam o ministro da Defesa, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour. Teerã afirmou ter reagido com ataques a bases americanas na região.
Até o momento, não há confirmação independente sobre a morte de Khamenei, e o cenário segue em desenvolvimento.







