
O posicionamento do influenciador Gabriel Silva sobre a Zona Franca de Manaus (ZFM) ganhou grande repercussão nas redes sociais. Em suas declarações, ele afirmou que as indústrias instaladas no Amazonas “não servem para nada” e utilizou termos ofensivos ao se referir aos trabalhadores e empregadores da região.
Durante a fala, Gabriel criticou o modelo produtivo da ZFM, alegando que as fábricas não produzem de fato, mas apenas realizam a montagem de produtos. Ele também ironizou a localização do polo industrial e a logística da Região Norte, sugerindo que seria mais vantajoso importar diretamente da China. Segundo o influenciador, esse modelo encarece os produtos comercializados no Brasil.
As declarações geraram forte reação negativa, especialmente entre internautas amazonenses, que utilizaram as redes sociais para contestar as críticas e destacar a relevância econômica da Zona Franca de Manaus.
Muitos usuários ressaltaram que, além de gerar empregos, a ZFM tem papel estratégico na preservação da Amazônia, ao oferecer alternativas econômicas sustentáveis que ajudam a reduzir a pressão sobre a floresta.
Criada há 59 anos, a Zona Franca de Manaus é considerada um dos principais modelos de desenvolvimento regional do país. Atualmente, reúne mais de 500 indústrias e é responsável por mais de 400 mil empregos diretos e indiretos. O Polo Industrial de Manaus contribui significativamente para a economia da capital amazonense, posicionando-a entre as mais importantes do Brasil e fortalecendo toda a Região Norte.







