sábado, 19 de setembro de 2026
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Homem que invadiu faculdade em Manaus não era aluno e fugia de briga após esfaqu3ar pessoa

Manaus – O homem que invadiu a unidade da Estácio na avenida Constantino Nery, em Manaus, na tarde desta sexta-feira (18), não era aluno da instituição, segundo informações apuradas após a ocorrência. Inicialmente, informações divulgadas pela imprensa apontavam que o invasor seria estudante da faculdade, mas a versão foi posteriormente esclarecida: ele teria entrado no prédio enquanto fugia após se envolver em uma briga nas proximidades.

De acordo com informações da Força Tática, o homem se envolveu em uma confusão antes de entrar na instituição. Durante a briga, uma pessoa teria sido esfaqueada e o próprio suspeito também ficou ferido. Com uma faca e o braço ensanguentado, ele correu para dentro da Estácio para escapar de pessoas que o perseguiam.

Já dentro da faculdade, o homem entrou em uma sala da área administrativa, onde estavam a reitora e a gestora financeira da unidade. Segundo a polícia, ele teria trancado a porta e feito as duas funcionárias de reféns, mantendo-as sob ameaça enquanto segurava uma faca.

A situação provocou momentos de tensão entre funcionários e estudantes. A Força Tática foi acionada e deslocou uma equipe até a unidade da Estácio. Os policiais conseguiram cercar o homem e retirá-lo do local.

Ainda conforme o relato policial, o suspeito ofereceu resistência durante a abordagem, mas acabou contido e preso. Como estava ferido, ele recebeu atendimento no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto e, posteriormente, foi encaminhado ao 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP). A identidade do suspeito ainda não foi divulgada pelas autoridades.

A Estácio informou que o homem entrou na unidade após uma ocorrência registrada nas proximidades e se abrigou em uma sala onde estavam colaboradores. A instituição afirmou que acionou imediatamente as forças de segurança e que a situação foi controlada. Também informou que não houve feridos entre alunos e funcionários dentro do campus e que os colaboradores envolvidos receberam suporte após o episódio.

A ocorrência, portanto, teve início fora da faculdade e não se tratou de uma briga entre estudantes. O homem teria usado a instituição como esconderijo durante a fuga após o confronto, o que provocou a situação de reféns dentro do prédio. A dinâmica da briga, o esfaqueamento ocorrido nas proximidades e as circunstâncias da invasão serão apurados pela Polícia Civil.