quinta-feira, 9 de julho de 2026
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Investigados por morte em salto de rope jump têm prisão revogada pela Justiça

A Justiça determinou a soltura de dois homens investigados pela morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após um salto de rope jump realizado sem as cordas de segurança em Limeira (SP). A decisão foi tomada nesta quarta-feira (8) pela juíza Marcella Caliani, da 2ª Vara Criminal de Limeira.

João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos, e Gabriel Barros Martins, de 30, estavam presos temporariamente desde 20 de junho, uma semana após a morte da jovem. A Polícia Civil já havia solicitado a revogação das prisões por considerar que não havia provas suficientes para manter os investigados detidos.

João era apontado como suspeito de ter desaparecido com a câmera presa ao braço de Maria Eduarda durante o salto. No entanto, as investigações não encontraram elementos que justificassem o indiciamento dele.

Gabriel também era investigado por suposta participação na equipe responsável pelo rope jump. Segundo a polícia, não foram identificadas provas suficientes contra ele. No momento do salto, o investigado atuava na chamada “debreagem”, etapa em que a corda passa a sustentar o praticante após a queda livre, mas não teria condições de perceber se a vítima estava sem o equipamento de segurança.

Na decisão, a magistrada destacou que a própria autoridade policial entendeu que a prisão preventiva não era mais necessária para o andamento das investigações, além da manifestação favorável do Ministério Público pela soltura.

João deixou a unidade prisional onde estava detido em Limeira no fim da tarde de quarta-feira (8), segundo a defesa. Até o momento, os advogados de Gabriel não haviam se manifestado sobre a decisão.