
A Polícia Federal solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) mais prazo para concluir duas investigações que apuram suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Os pedidos foram protocolados em 2 de outubro, data em que terminou o prazo inicial de 60 dias para as apurações. A corporação argumenta que ainda precisa realizar diligências para esclarecer os fatos e verificar se houve alguma irregularidade.
Entre as medidas pendentes estão o levantamento de viagens nacionais e internacionais realizadas por Lulinha e pela empresária Roberta Luchsinger. Os investigadores querem identificar quem custeou os deslocamentos e se existem conexões com empresas privadas ou negociações envolvendo órgãos públicos.
A PF também busca informações sobre movimentações financeiras, participações em empresas, agendas e possíveis encontros em ministérios, estatais e outras instituições federais.
Um dos inquéritos investiga uma possível intermediação de negócios relacionados a medicamentos à base de cannabis junto ao Ministério da Saúde. A apuração inclui mensagens, contatos e uma viagem de Lulinha a Portugal, onde ele teria visitado uma fábrica de produtos derivados da planta.








