
O ônibus que capotou em São José da Tapera, no Sertão de Alagoas, transportando cerca de 60 romeiros, realizava transporte clandestino e operava de forma irregular. O trágico acidente deixou 15 pessoas mortas.
Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o veículo, de placa JJB3D75, não possuía habilitação na agência, certificado de Segurança Veicular (CSV) nem seguro de responsabilidade civil vigente. Além disso, não havia Licença de Viagem (LV) para o deslocamento.
A ANTT informou que acompanha o caso junto aos órgãos competentes e reforça as ações de fiscalização para coibir o transporte clandestino no país.
Os romeiros viajavam de Juazeiro do Norte, no Ceará, para o município de Coité do Noia, em Alagoas.
Luto oficial em Alagoas
O Governo do Estado de Alagoas mobilizou uma força-tarefa para o atendimento no local do acidente, na rodovia AL-220, no povoado Caboclo. Foi decretado luto oficial de três dias no estado.
A prefeitura de Coité do Noia também mobilizou suas equipes e afirmou prestar toda a assistência necessária às vítimas e seus familiares, incluindo suporte psicológico e social, auxílio no translado dos corpos e acompanhamento dos feridos.
Em nota, a administração municipal declarou: “Neste momento de dor imensurável, a Prefeitura de Coité do Noia se solidariza com as famílias e amigos das vítimas, colocando-se à inteira disposição para o que for necessário. Decretamos luto oficial no município como sinal de nosso profundo respeito e tristeza.”
Com informações da assessoria




