
Manaus – O jornalista e blogueiro Alex Braga publicou nesta terça-feira (3) um vídeo com informações falsas e críticas levianas direcionadas à ex-secretária Kellen Cristina Veras Felisardo Lopes e à pré-candidata ao Governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo.
A publicação gerou questionamentos e reações negativas nas redes sociais, principalmente após a divulgação de documentos que apontam a inexistência de registros de procedimentos extrajudiciais em andamento contra Kellen Cristina junto ao Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM).
Conforme a certidão apresentada, emitida em 3 de junho de 2026, “não constam” registros em que ela figure como parte passiva nos sistemas consultados pelo órgão.
O documento também esclarece que a consulta refere-se aos registros existentes na base de dados do MPAM na data da emissão da certidão.
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Além de propagar a Fake News, Alex Braga, por sua vez, tem sido alvo de processos e investigações amplamente divulgados nos últimos anos.
Em novembro de 2024, a Polícia Civil do Amazonas informou a prisão temporária do comunicador no âmbito de investigação que apurava acusações de estupro, aborto provocado, perseguição e violência psicológica.
Em fevereiro de 2026, a Justiça do Amazonas determinou que Alex Braga fosse submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri por acusações de estupro, aborto sem consentimento da gestante e violência psicológica, conforme noticiado por veículos de imprensa e citado em pronunciamentos públicos de autoridades estaduais.
Relembre o caso
O jornalista Alex Braga foi preso em novembro de 2024, em Manaus, pelos crimes de estupro, aborto provocado, perseguição e violência psicológica, contra uma mulher, de 28 anos, prima da sua ex-esposa.
Alex Braga estava foragido desde o dia 22 de outubro do mesmo ano, após ter mandado de prisão expedido pela Justiça por suspeita de estuprar e obrigar uma mulher a fazer um aborto.
Conforme relatos da vítima à polícia, o crime ocorreu dentro da casa de Alex, enquanto a ex-esposa dele estava de resguardo. Na ocasião, ela estava na residência para ajudar nos cuidados com a mãe e com a bebê.
A prisão de Alex Braga foi feita por equipes da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECCM) centro-sul e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core-AM), que cumpriram o mandado de prisão temporária.
No entanto, o jornalista, que também é acusado por outras vítimas de assédio sexual, misoginia e estelionato, segue em liberdade disseminando notícias falsas pelas redes sociais.






