
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a prisão de Cleusimar de Jesus Cardoso, mãe da ex-sinhazinha do Boi Garantido, Djidja Cardoso, morta em maio de 2024. A decisão foi assinada na quarta-feira (6) pelo ministro Sebastião Reis Júnior, que negou o pedido de liminar apresentado pela defesa da investigada.
Ao analisar o caso, o ministro entendeu que não há elementos suficientes para conceder a liberdade imediata de Cleusimar. “Não verifico, neste juízo de cognição sumária, a presença concomitante dos requisitos indispensáveis à concessão da medida de urgência”, destacou na decisão.
O magistrado também determinou que a 3ª Vara de Delitos de Tráfico de Drogas de Manaus envie informações atualizadas sobre o andamento do processo, incluindo possíveis decisões recentes e a atual situação prisional da acusada.
Presa desde o fim de maio de 2024, Cleusimar responde pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Segundo as investigações, ela teria participação na comercialização de cetamina, substância de efeito anestésico que atua no sistema nervoso central.
A defesa sustenta que a investigada e os demais réus estariam presos há tempo excessivo sem justificativa adequada e pede a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares.
Recentemente, o STJ também negou um pedido de soltura feito pela defesa de Ademar Farias Cardoso Neto, irmão de Djidja Cardoso, que segue preso no mesmo processo. Os casos continuam em análise pela Justiça.







